O caminho é um deserto de terra e calhau, por toda a paisagem, cortada aqui e ali por um grupo de camelos.
Vale realmente a pena o desvio, pois este local - património mundial pela UNESCO - tem o seu quê de mágico.





Vale realmente a pena o desvio, pois este local - património mundial pela UNESCO - tem o seu quê de mágico.
Ainda parámos as motas e íamos passear a pé dentro dos muros da cidade, mas a tarde trouxe o calor e era mesmo penoso passear ali no deserto debaixo do sol.
(Terá sido mesmo a tarde a trazer o calor, ou realmente o calor já estava assim deste lado do Atlas?)
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